Pedro Aniceto » Just the facts, Mom!
Já agora, que estamos em maré de recordações, também não me esqueci da questão que coloquei à ANA.
O prometido é devido e conforme disse antes vou deixar aqui um cheirinho do que ando a tramar lá pelos lados da Junitec.
A ideia é simples: usar a tecnologia que temos hoje à nossa disposição para melhorar a situação em restaurantes onde a velocidade do atendimento é uma prioridade (pensem em algo como a PizzaHut por exemplo).
Como fazer isto? Usando um pequeno aparelho munido de um touchscreen que se coloca num canto da mesa e que serve como um menu digital. Usando o aparelho é possível ver quais os pratos disponíveis e fazer o pedido sem ser necessária a intervenção de um dos empregados. A nossa convicção é que isto vai tornar o atendimento mais rápido melhorando a experiência para quem, como nós, está cansado de largas esperas para fazer o pedido bem como aumentar a facturação do restaurante uma vez que menos tempos mortos significam mais tempo a vender.
Neste momento estamos em fase final de planeamento mas dentro de poucos meses já devemos ter um prototipo para mostrar.
E pronto, é isto o FutureWaitress. Não queremos revolucionar, não queremos mudar o mundo, muito menos ir à lua. A única coisa que queremos é uma melhor experiência quando vamos a um restaurante.
Tags: futurewaitress, junitec, pizza, projecto, restauração, touchscreen
© Luis "Dextro" Nabais for NonsenseBB :: Blog, 2010. Alguns Direitos Reservados.
Do meu ponto de vista, como alguém que joga várias horas por semana, a oferta de videojogos nesta altura está simplesmente indescritível.

O Final Fantasy XIII saiu há dois dias e promete centenas de horas de diversão, o God of War III sai para a semana e segundo as análises disponíveis é já considerado o melhor jogo de sempre para a PlayStation 3. O Heavy Rain está disponível há cerca de duas semanas e tem arrecadado críticas muito boas que consideram a história digna de um filme.
Por aqui ainda ando entretido com o Assassin’s Creed II, onde devo estar praticamente a meio da história, porque jogar Street Fighter IV online continua a ocupar grande parte do meu tempo à frente da consola.
Claro que o Super Street Fighter IV já está com pré-encomenda feita, mas dia 27 de Abril ainda está muito distante.
Acabei por me inscrever no Goozex (link com referal de amigo) para trocar alguns dos jogos que tenho, embora ainda não tenha efectuado nenhuma transacção acho que o site tem enorme potencial e aconselho a todos os que tiverem uma biblioteca de videojogos bem preenchida.
Following up on my post about RAM (or lack of it), i decided to install a proper wordpress plugin to cache most of the stuff in static HTML files. It’s called WP-SuperCache and i’m hoping it’s really super
But now i cannot but wonder if i shouldn’t – somehow – find a way to have nginx serving these static files instead of passing the request to apache. I’m already caching static JS, CSS, and image files with nginx, so that would probably make sense.
In other news, installed a plugin that serves a different Wordpress theme for mobile phones. It’s called wordpress-mobile-edition, in case you are interested.
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“You’re the best audience in Europe so far!”. Dolores O’Riordan sabe bem o amor que o publico português lhe tem e sabe também, como nutrir esse mesmo amor. Ainda bem.
Que outra forma há de o dizer? Os The Cranberries voltaram a Portugal e antes de partirem prometeram voltar. E em breve. Porque não? O Campo Pequeno estava completamente lotado. Os anos 90 voltavam à ribalta mas ali, a encantar dos 8 aos 80 (ou pelo menos aos 60 a considerar o casal que se encontrava ao nosso lado na bancada).
Da calmaria sonhadora e quase inocente de “Ode to my family” ao som poderoso de “Salvation”, passando por “Analyse” e “Linger”, levando a audiência ao estado que só as grandes bandas levam (que diabos, da Irlanda, mais famosos só os U2) com a mensagem de “Zombie”, toda a banda contribuiu para este grande espectáculo. Dolores porém, aos 38 anos, corpo franzino de teenager rebelde, é uma criatura de palco, que se diverte como poucos em cima do palco e dá o mote para que todos os músicos vibrem com cada nota. Ela salta, pula, dança, desengonça-se por completo…
Acredito seriamente na admiração expressada, pelo quão próximo, quão intimo, o publico português é da banda. Dolores, que passa hora e meia junto a quem pula frente ao palco, não precisa pedir que cantem por ela. O publico quer cantar. Não há refrão em que assim não seja. Das mais conhecidas até aos leves toques à sua carreira a solo (ainda que aqui, nitidamente, menos popular).
Diz a Susana que, Dolores O’Riordan, ela sim, é como o Vinho do Porto, está a refinar com a idade. Estes anos que se passaram agora (terão estado a decantar?), só lhes fizeram bem.
Uma ultima nota para a banda de abertura. Os Outside Royalty, tiveram a boa postura de uma banda de futuro. A postura e o som que me deixou com vontade de os conhecer melhor. Ouça-se a versão de “Eleanor Rigby” que eles tocam e logo se percebe porquê.
Resumindo, uma grande noite.
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| The disadvantage of driving product development internally is that you end up with frilly rather than truly useful stuff. Me, I’m still waiting for filters and rules… |
TheNextWeb Portugal é o único meio de comunicação em permanência na conferência da I-Com, onde em 3 dias se discutem as métricas para análise de “online media”. Dito desta forma parece bastante enfadonho, mas a lista de oradores é impressionante e básicamente está cá toda a industria.
Segundo os organizadores, “Programme Committee has created the following agenda to also address the silos of Measurement Disciplines (Audience Measurement, Web Analytics, Consumer Insights, etc) and the implications when striving to discover the ‘True Picture’ of what is happening in the Digital Media landscape.”
Mais detalhes se seguirão, quando acabar este primeiro dia. Até lá podem seguir no twitter alguns updates.
É muito provável que tenha sido a mesma pessoa que calculou o preço das batatas fritas da entrada anterior a calcular o preço deste artefacto eléctrico agora tão em moda nas igrejas portuguesas. Braga, imagem enviada por Elayne Barbosa
Cito o autor da imagem: "Para além de serem baratas, estas batatas são as únicas no mundo que ficam mais baratas se compradas em dupla meia-dose ao invés de uma dose única. Esta imagem é por isso um verdadeiro dois em um". I-Bar, Porto, imagem enviada por Neca
Funchal, imagem cedida por Valter Gouveia
At school, you learned maths and how to write. But you should learned also how to draw, being a powerful tool to express ideas and new concepts. Well, now you can, with this visual guide, a really great work done by Howtoons and the Lemelson-MIT InvenTeams:

BBC has done a great job in this animated info graphic with the Internet penetration by country, from 1998 to 2008:


No mundo empresarial existe um conceito muito importante na compra de algum bem: custo total de posse (total cost of ownership, em Inglês). Este conceito também pode (e deve) ser aplicado ao nível das finanças pessoais.
O cálculo do custo total de posse é muito relevante na compra de qualquer bem, pois através deste indicador conseguirá entender melhor quanto lhe custará usufruir do bem durante a vida útil do mesmo. Para tal deve ter em conta custos actuais e futuros associados (directa ou indirectamente) ao bem, tais como:
Se pensarmos no exemplo do automóvel é fácil entender a importância associada a esta simples análise:
Como facilmente concluirá, ir para lá do “simples” preço de um bem é muito importante. Por um lado ajuda-nos a compreender o total de custos envolvidos e por outro ajuda-nos a comparar diferentes bens (e.g., um automóvel mais caro “à cabeça” pode acabar por ser mais barato se tiver manutenções mais espaçadas e de menor custo).
Neste artigo dei o exemplo da compra de um automóvel, mas é uma análise que pode (e deve) ser utilizada para muitos mais bens: habitação, consola de jogos, computador, telemóvel, …
Já sabe, agora quando for comprar algum bem olhe para lá do preço afixado.
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Pois é, meus amigos e amigas, desta vez vamos fazer um gathering na cidade dos estudantes, organizado lá pela malta do nuorte : ) uma iniciativa do Francisco Rente, um dos bacanos do CERT.
O programa vai incluir o seguinte:
| 11:00 | Recepção e Sessão de Abertura |
| 11:10 | They snitch under your own eyes! [Covert Channels Technology] pelo Francisco Rente |
| 11:40 | Neofilis, Mac OS X Honeypot Framework pelo João Franco |
| 12:00 | Almoço |
| 14:30 | Detecting Security Vulnerabilities in WebServices pelo Nuno Antunes |
| 15:15 | Mecanismos de combate ao Malware pelo Lino Santos |
| 16:00 | Malware, ameaça em larga escala. Formas de macro-combate Debate |
| 17:00 | Encerramento e networking |
Ok... Parece-me interessante. Continua lá...
Muito bem. Onde? No Auditório do IPN, no piso 0, no primeiro edifício do campus do Instituto Pedro Nunes. Mapa? Ok. Como indicam as boas práticas de formatação HTML : ) devem clickar AQUI.
O custo? Bem... para os membros do AGK-DT1 há um desconto: népia; Para os outros, é de borla.
Ah... eu até gostava de ir mas não tenho carro... nem onde dormir... e 'tou desempregado... a mulher não deixa / o namorado não quer ir...
E mais o caraças. Bom, os mais enrascados podem optar pelo avião até ao Porto, e descer de taxe até Coimbra. Há por lá uns hotéis de 5* à maneira, coisa muito fina e polida, que podem procurar pelo Google — não são o Ritz mas não são maus; os outros, os que estão mais à vontade, podem seguir confortavelmente no comboio, e há por lá umas pensões da coxinha que não vos deixam dormir mal. Selecções, instruções e horários? No site da Confraria: novamente, AQUI.
Então e a mulher/marido/namorada/namorado?...
Finalmente, as the last but not the least, falta-me referir o almoço; Uma coisa levezinha, bem boa para inspirar a plateia: Leitãozinho da Bairrada, na casa do Rui dos Leitões. Quem quiser cousa mais fina, pode optar pelo bacalhau à moda da casa ou pelas costeletas de novilho. A ementa completa, para encerrar o panfleto, pode ser encontrada por AQUI. Não deixem de confirmar o repasto (!)
E pronto, 'tá tudo dito. Não se esqueçam que a confraternização e o mingling não são o que mais importa; o importante é o palheto da segurança ; ) Ok? Mesmo? Boa. Be there!
I know what you are thinking: “Well, duh Pedro, how come you didn’t know that?”.
I’ll explain: Recently i started having some service shortages on my blog. From times to times the CPU usage would just go rooftop and then nginx and apache both stopped serving requests. I am using Linode as my host, where i have a nice virtual machine (or node, as they call it) with some reasonable values in terms of CPU and bandwidth monthly usage. The weakest link was the RAM; it only had 386Mb.
A while back i developed Jumperr.com and i figured “hey, i already have the node, so i’ll just host it there”. Some time after deploying jumperr, i started noticing these shortages coming up maybe once a month, or every two weeks (i notice the pattern now, not then
). At some point i even considered switching hosts (to slicehost, for example), but i never thought that memory could be the problem (after all they are not that accessed anyways). Looking at the system logs i just could not figure out what made the machine stop working just like that.
About one month ago, i decided to develop a stupid website that allows you to bomb countries using a Google maps interface. And then, surprise, the shortages became more and more frequent (sometimes 4 per day!). In one of these fails i decided to try to login to the node using Linode’s ajax ssh interface on their dashboard. And that’s when i saw it: a bunch of “out of memory” errors right on the boot list. Since when you connect normally via SSH you don’t see the prompt on the remote end, i never saw these before.
So there you go, lesson learned. If it spikes, chances are you are out of memory
By the way, if you are a proper Linux/Unix admin, was there a log that might contain those errors that i missed?
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A while back i developed Jumperr.com and i figured “hey, i already have the node, so i’ll just host it there”. Some time after deploying jumperr, i started noticing these shortages coming up maybe once a month, or every two weeks (i notice the pattern now, not then
). At some point i even considered switching hosts (to slicehost, for example), but i never thought that memory could be the problem (after all they are not that accessed anyways). Looking at the system logs i just could not figure out what made the machine stop working just like that.
About one month ago, i decided to develop a stupid website that allows you to bomb countries using a Google maps interface. And then, surprise, the shortages became more and more frequent (sometimes 4 per day!). In one of these fails i decided to try to login to the node using Linode’s ajax ssh interface on their dashboard. And that’s when i saw it: a bunch of “out of memory” errors right on the boot list. Since when you connect normally via SSH you don’t see the prompt on the remote end, i never saw these before.
So there you go, lesson learned. If it spikes, chances are you are out of memory
By the way, if you are a proper Linux/Unix admin, was there a log that might contain those errors that i missed?
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A while back i developed Jumperr.com and i figured “hey, i already have the node, so i’ll just host it there”. Some time after deploying jumperr, i started noticing these shortages coming up maybe once a month, or every two weeks (i notice the pattern now, not then
). At some point i even considered switching hosts (to slicehost, for example), but i never thought that memory could be the problem (after all they are not that accessed anyways). Looking at the system logs i just could not figure out what made the machine stop working just like that.
About one month ago, i decided to develop a stupid website that allows you to bomb countries using a Google maps interface. And then, surprise, the shortages became more and more frequent (sometimes 4 per day!). In one of these fails i decided to try to login to the node using Linode’s ajax ssh interface on their dashboard. And that’s when i saw it: a bunch of “out of memory” errors right on the boot list. Since when you connect normally via SSH you don’t see the prompt on the remote end, i never saw these before.
So there you go, lesson learned. If it spikes, chances are you are out of memory
By the way, if you are a proper Linux/Unix admin, was there a log that might contain those errors that i missed?
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Lord West of Spithead, ministro responsável pela segurança no UK:
Não existe nenhuma dúvida que alguns Estados extraíram quantidades enormes de propriedade intelectual, planos completos para motores para aeronáutica, coisas que levaram anos e anos a serem desenvolvidas (...) Se algum Estado patrocinador continuar a tentar entrar nos seus sistemas, provavelmente para espionagem industrial, você vai retaliar? Somos todos capazes de fazer estas coisas. Neste momento não faríamos isso, mas talvez seja neste ponto que temos que focar as discussões.
in Britain fends off flood of foreign cyber-attacks
.
Merece um comentario breve, naturalmente. Dois pontos apenas.
Primeiro ponto: É evidente que a legitimidade para contra-ataques, num cenário de guerra electrónica, não pode ser posta em causa, desde que seja muito claro, muito evidente, quem são os nossos inimigos. No entanto, no contexto da Internet, nem tudo é claro, muito pouco é óbvio.
Segundo ponto: Parece-me muito mais útil, em face do estado que podemos observar na segurança da informação — num âmbito global, note-se (!) — parece-me mais útil, dizia eu, focar a nossa atenção, focar os nossos esforços, na concretização de controlos técnicos e processuais que, na verdade, já estão disponíveis há muito tempo, são conhecidos e evangelizados pelos profissionais há muitos anos, e que continuam a ser ignorados sistematicamente.
Terceiro ponto (eram só dois pontos, eu sei, mas apeteceu-me pôr mais um): Enquanto as organizações continuarem a aceitar que os erros na construção das infra-estruturas, na configuração dos sistemas, e no desenvolvimento das aplicações, enquanto continuarem a aceitar que estes erros podem ser corrigidos aligeirando os controlos de segurança, não vai haver defesa possível contra atacantes bem motivados.
Retaliação? Defesa efectiva em primeiro lugar, digo eu, que nem percebo nada disto.
Depois da Vodafone.pt ter lançado 20 mil euros – aumentando agora a parada para 100 mil - num concurso onde nunca se soube o resultado, eis que a TMN se aventura em tal terreno, tudo a bem do HTML/CSS e JS como plataforma base de desenvolvimento para telémoveis ou smartphones.
Os widgets para as plataformas aceites a concurso são desenvolvidos com tecnologias web básicas (HTML, CSS e JavaScript ). Não é preciso ter conhecimentos específicos de desenvolvimento para telemóveis para os fazer.
Ao mesmo tempo foi lançado um novo site para programadores da TMN – http://developers.tmn.pt/ – onde é disponibilizada informação sobre APIs e serviços da TMN, por forma a serem desenvolvidas aplicações ou serviços sobre a infraestrutura da TMN. É de louvar tal abertura, dado ser a primeira operadora a o fazer de forma tão pública e tão explícita para o público em geral.
A TMN com o site de programadores apoia assim a criação de widgets, contendo até já alguns no seu portfólio, premiando os melhores com uma lista bastante apetecível de prémios, que vão desde a equipamento musical, computadores e telémoveis. Curioso é ainda ver que as plataformas de eleição para – pelo menos – prémios são: “Nokia WRT Widgets (1.0 e 1.1) Samsung Widgets e Windows Mobile Widgets (6.5 e superior)”. Claramente a aposta no Android está arredada. Este concurso ainda está limitado a participantes residentes em Portugal, enquanto que o da Vodafone é global. Paralelamente, o Sapo/TMN fornecerão formação aos interessados, em data a agendar no edificio da PT em Picoas – Lisboa.
Já o catálogo de serviços que a PT disponibiliza pode ser consultado aqui, agregando todos os existentes das várias empresas do grupo: http://services.telecom.pt
O Sandro Süffert fez referência no seu blog e eu, como acho que são umas dicas porreiras, faço eco deste lado: Cheat sheets de segurança — Atalhos para CSIRTs
, um conjunto de cábulas para processos de segurança que podem vir a ser úteis. São exemplos, a Critical log review checklist for security incidents
, e a Security architecture cheat sheet for Internet applications
. Valem uma voltinha.