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9 Fevereiro, 2010
Vitor Domingos

Vitor Domingos » Conferências recomendadas pela TNWPT

TheNextWeb Portugal | 2010-02-09 @ 12:39

TheNextWeb ConferenceA TheNextWeb começou precisamente como uma conferência anual, realizada em Amsterdão, dando depois origem a uma rede (mais de 20) de blogs internacionais, regionais ou simplesmente por áreas de interesse. Faz sentido que nesse espírito a TNWPT faça uma pequena lista das conferências para as quais fomos convidados e apoiamos – tanto cá como internacionalmente. Essa página está aqui, logo acessível no topo do blog.

Este ano começa bem, com a UXLX, a conferência nacional de usabilidade para profissionais, para a qual vamos disponibilizar dentro em breve mais informação e … DESCONTO! Pois é, temos desconto para os nossos leitores. Iremos também acompanhar a conferência UXLX diariamente com entrevistas, fotos e vídeos a alguns speakers e organizadores.

UXLX conf uxlx 300x77 Conferências recomendadas pela TNWPT

Pedro Telles

Pedro Telles » App Store: Controlo de qualidade sem a qualidade

Spinning beachball | 2010-02-09 @ 11:50

A ideia não é minha, mas sim da 37 Signals, num blog post em que decantam a experiência que é lidar com o processo de revisão da App Store da Apple.

Não só desfazem os supostos pontos positivos que o sistema de controlo da App Store alegadamente garante, como expõem alguns dos problemas associados. A analogia com o tempo em que as novas versões de um qualquer software tinham de ser distribuídas por CD - levando a actualizações pouco frequentes e mais abrangentes - parece-me especialmente certeira.

Do meu ponto de vista - o do utilizador - cada visita à App Store é um martírio. Recuso-me a andar à procura de aplicações no meio de tanto produto de pocilga. Hoje em dia descubro novas aplicações de uma de duas maneiras: em algum site na internet; via amigos. Daí que as aplicações no meu iPhone ocupem parcialmente apenas três dos oito ecrãs.

Tiago Sousa

Tiago Sousa » Top Symphonic Metal

A minha visão do Mundo ... | 2010-02-09 @ 11:21
Parece-me que este tipo de música ainda continua algo discriminada, só pelo nome a maior parte das pessoas sente à partida alguma resistência. Ainda à 2 semanas atrás, quando um amigo meu soube que eu ouvia este tipo de música disse - "Freak!!!" - depois de passar 1 horinha a ouvir, lá disse - "Pois...até se ouve bem!". Vou deixar aqui a lista das 10 bandas que mais gosto, juntamente com uma música de cada, pode ser que alguém tenha curiosidade de ouvir para verificar se efectivamente gosta ou não.

1) Nightwish - Wish I had an angel
2) Within Temptation - What have you done
3) Avantasia - Avantasia
4) Lunatica - Words unleashed
5) Delain - April rain
6) Evanescence - Bring me to life
7) Epica - Feint
8) After Forever - Equally destructive
9) Sirenia - The other side
10) Xandria - Now and forever
João Martins

João Martins » [Twitter] 2010-02-09

Diário de Bordo | 2010-02-09 @ 04:00
  • [Twitter] 2010-02-08 http://ff.im/-fzrF7 #
  • Infinite Loop? http://ff.im/-fBEBU #
  • Que bela refeição! E tweeto a partir dum smartphone sem SIM #
  • Toda a equipa parece estar a ressacar de internet. ;) #
  • Depois de vários dias sem acesso à internet, todos se deixam envolver em computadores e afins. Liguemo-nos ao mundo! ;) #


Carlos Andrade

Carlos Andrade » Experiência IKEA

ramblings about life and tech | 2010-02-09 @ 02:40
Este fim de semana tive a minha primeira experiência IKEA a sério.

Até agora nunca tinha comprado nada de jeito no IKEA, apenas vasos, mantas e outras peças avulsas. Basicamente, aquilo que os marrolas que vão para lá aos fim de semana passear compram. :-p

Um dia destes à noite, demos lá um salto e lá andamos pelo armazém à cata das tábuas para o escritório. Nunca pensei sair de uma superfície comercial com um sofá no carrinho de compras. Tanto que até perguntei ao funcionário "tenho mesmo de o levar até à caixa?".
Já na caixa, encomendei a entrega e montagem de tudo, para mais à frente, na marcação do dia/hora cancelar a montagem já que para isso só via a mercadoria dali a 18 dias. Como mais tarde percebi, as entregas do IKEA (feitas por empresas externas) costumam falhar, e esta não foi excepção… no dia seguinte ao marcado lá estavam eles, sexta-feira, a descarregar tudo. Sábado seria a montagem.

Como sou muito dado a bricolage, lá chaguei o meu pai para ajudar em troca de um almoço e mimos da neta. As senhoras foram passear e os senhores lá foram meter parafusos.
Digamos que foi uma surpresa quando percebi que o sofá era feito de pano, contraplacado e agrafos. As mesas de trabalho ainda se safam bem, mas os móveis e principalmente o sofá nem para começar uma fogueira deviam servir. Mas pronto, por fora a coisa tem bom aspecto e funciona. No fim, o que salta à vista é a engenharia da coisa. Tudo encaixa. As instruções são do mais simples que existe e fica-se com a sensação que só um gajo muito distraído é que não monta aquilo.

Como seria de esperar, para primeira vez tinha de me enganar em algumas peças. De volta à loja (fica a 10m), num Sábado, e contra a armada espanhola, lá conseguimos rapidamente fazer a devolução de um tampo de 160x80, já com a embalagem rasgada, no questions asked. O meu pai, com cuja paciência fiquei admirado, lá abanava a cabeça. Aquilo definitivamente não era para ele.

Para amanhã de manhã ficou o salto à Boavista para buscar as cadeiras, que não quis trazer do IKEA.

E assim o essencial fica fechado. Agora é deixar a poeira assentar, e o resto virá com o tempo.
Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » Sexo grátis!

Cão e Pulgas | 2010-02-09 @ 02:24
Quem é que disse que não há uma "Keka" grátis?
Miguel Almeida

Miguel Almeida » O problema do roubo de identidade não deve ser...

Miguel Almeida | 2010-02-09 @ 01:22

... endereçado pelo requisito de confidencialidade dos nossos dados pessoais. Porquê? Porque, actualmente, e cada vez mais no futuro, a informação estará distribuída por muitas bases de dados, por diversas entidades, e não fará sentido continuarmos a insistir, teimosamente, em aceitar esta informação como credencial válida para autenticação. E, por consequência, também não fará sentido insistir na necessidade de protegermos dados que, na verdade, já são públicos ou semi-públicos. Alguns exemplos:

  • Números de bilhetes de identidade, contribuinte, segurança social, entre outros? Nome da mãe e do pai? Morada lá de casa? Disseminados por múltiplas bases de dados, desde listas em espaços comerciais, passando pelos nossos empregadores, até aos sistemas de informação governamentais;
  • Fotografias? Não controlamos quem possa ter fotografias nossas. Os nossos amigos têm fotografias nossas. E os amigos deles também as têm, ou podem aceder-lhes. Mais: qualquer pessoa pode fotografar-nos, sem que tenhamos conhecimento, e difundir as pics como bem entender, anonimamente se quiser dissociar-se da origem;
  • Fotocópias de BIs? Das declarações de impostos, das contas da luz e da água? Nas instituições financeiras, nos supermercados, e até em alguns clubes de vídeo.

Acreditam mesmo que a protecção da informação é equivalente em todas estas entidades? Que será equivalente, alguma vez, no futuro? Pois...

Neste cenário, o que não podemos é continuar a usar estes dados como credenciais para autenticação. O roubo de identidade só é possível, hoje em dia, porque a autenticação depende de dados cuja confidencialidade não pode ser garantida, ou de mecanismos facilmente falsificáveis (alguém consegue distinguir, sem nenhuma dúvida, um bilhete de identidade genuíno de uma falsificação? Really?). O que tem que mudar, rapidamente, é a importância que damos ao conhecimento desta informação. O que tem que mudar, em suma, são os mecanismos de controlo utilizados para validar uma identidade.

O que temos que usar, no futuro, são mecanismos de autenticação forte, com dois ou três factores, eventualmente incluindo biométricos. É isto que tem que mudar. Porque a informação utilizada actualmente, essa, não vamos conseguir mantê-la em segredo.

Fica a nota para irem pensando nisto.

Carlos Andrade

Carlos Andrade » _A_ caixa de pesquisa

ramblings about life and tech | 2010-02-09 @ 00:14


Uma história contada a partir de uma caixa de pesquisa.
A partir de que outra caixa de pesquisa/site seria isto possível ?
Edgar Costa

Edgar Costa » Recursos Humanos (Quotes)

No âmbito do módulo de Recursos Humanos que estou a leccionar actualmente deixo aqui três princípios que Belmiro de Azevedo expôs no prefácio do livro Novo Humanator.

O capital humano é o principal instrumento de crescimento e riqueza dos países, com especial relevo para os países pequenos e periféricos como Portugal.

O capital humano, tal como o capital financeiro e tecnológico, tem que ser redescoberto e renovado.

A função Recursos Humanos ou Pessoal, tal como é desenvolvida na maioria das empresas, é uma função em extinção.

Boas leituras…

8 Fevereiro, 2010
António Dias

António Dias » Lingua estranha – continuação

Maracujá | 2010-02-08 @ 22:44

trabalho – arbete
bom – bra
corre – springa
respira – andas
aprender – lärande

Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » A origem das expressões

Cão e Pulgas | 2010-02-08 @ 22:40
Pede-me o leitor Carlos Dias que lavre um "A origem das expressões" muito específico. No caso o leitor pretende saber a origem da composição "Doutor da mula ruça". Esta expressão. usada regularmente em Portugal, é dirigida em tom sarcástico e pejorativo às qualificações académicas do visado. Tem exactamente a mesma carga irónica da popular expressão "Engenheiro de obras feitas", desqualificando as habilitações de um profissional. Verdadeiramente saboroso e não menos sarcástico é que o "Doutor da mula ruça" existiu na realidade. Em 1534, o livro da Chancelaria de El Rei D.João III refere explicitamente a sua existência. António Lopes, que exercia medicina na cidade de Évora, cidade onde aliás D. João era visita frequente, terá alegadamente estudado medicina em Alcalá de Henares de onde transitou para Portugal. Sem conseguir exibir uma prova factual do respectivo curso, era frequentemente contestado pelos então denominados físicos diplomados que o tentavam desacreditar profissionalmente. Dirigiu então António Lopes uma petição ao Rei, pedindo-lhe que o seu médico principal pudesse testar os seus conhecimentos de ciência médica, facto que terá efectivamente ocorrido segundo o extracto do livro da Chancelaria que mencionei há pouco:

"Dom Joham 3º a quantos esta minha carta virem faço saber que o doutor António Lopes, físico de Évora, me apresentou ua carta do doutor Diogo Lopes, meu físico moor, de que o theor de verbo é o seguinte: O doutor Diogo Lopes, comendador da Ordem de Christo e físico moor del Rey Nosso senhor em seus regnos e senhorios, faço saber a quantos esta minha carta de doutorado virem como por António Lopes, físico da mula ruça, morador em esta Évora, me foy apresentado hum allvará dellRey nosso senhor, por sua alteza assygnado e passado per sua chancelaria do qual o trellado he o seguinte: Eu ell Rey faço saber a vós Doutor Diogo Lopes seu fisico moor, que António Lopes, físico da mula ruça, morador en esta cidade, me dice por sua petiçam que elle estudou nove ou dez annos no estudo de Alcala de Henares."
António Dias

António Dias » Dia 9, segunda 08 Fevereiro 2010, Second study visit

Maracujá | 2010-02-08 @ 21:50

O dia começou comigo a pedir imensas desculpas ao handyman que cá veio por causa do mau funcionamento do aquecimento no estúdio. Isto tem dois radiadores mas um deles só funcionou nos três primeiros dias e depois parou. Não é que estivesse propriamente frio, mas não estava tão confortável quanto poderia estar e daí ter ido à recepção do hotel dar conta da coisa.

Hoje, só para me fazer passar por parva começou a funcionar mesmo antes do senhor chegar! E sim, eu já tinha rodado a porcaria do botão para a frente e para trás um sem número de vezes!

À tarde, tempo da segunda visita de estudo, desta feita a uma Unidade de Acolhimento Familiar. Foram 4 horas de entrevista/reunião muito enriquecedora. Aproveitei para pedir outra entrevista com outro assistente social da Unidade de Neglected Children. Depois da nossa guia procurar, nos arquivos da sua memória de entre os vários assistentes sociais da Unidade, um que se sentisse suficientemente confortável para dar uma entrevista em Inglês, lembrou-se de um Assistente Social que é Brasileiro. Vou portanto, ter uma entrevista em Português, em plena Suécia :)

O autocarro de regresso a casa avariou-se e antes de eu ter percebido o que se passava, a senhora que estava sentada ao meu lado trocou comigo algumas palavras que me passaram, evidentemente, completamente ao lado. Depois de lhe ter dito em Inglês, que não falava sueco, ela foi-me relatando o que se passava num Inglês muito arranhado até que me disse que tínhamos de abandonar o autocarro e apanhar outro.

À chegada a casa, um vizinho velhote meteu conversa comigo e estivemos cerca de 10 minutos, ao frio, na conversa.

Hoje só me cruzei com suecos simpáticos!

Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » PRO caraças

Cão e Pulgas | 2010-02-08 @ 20:02

Imagem enviada por Carlos Nogueira, que está tão cansado quanto eu estou de encontrar Doutores da Mula Ruça...
Armando Alves

Armando Alves » Digital Documentaries

A Source of Inspiration | 2010-02-08 @ 19:56

Being lazy on a rainy Sunday has its payoffs, like finding these two great documentaries:

PBS Frontlines’ Digital Nation: from information overflow to virtual worlds, Rachel Dretzin and Douglas Rushkoff do a great job on highlighting some of the challenges of the Millennial generation.


Also engaging was BBC’s 3D Documentary Explorer for “The Virtual Revolution: How 20 years of the web has reshaped our lives”.

Even with the 3D eating the CPU, the videos (with plenty testimonials of key web figures) are worthy of your next lazy Sunday. Beats watching American Idol anytime.


Content under a Creative Commons License. (Digital Fingerprint: bfff8c3002d3e0f3f95495bddf32fef0)

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Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » Momento WTF

Cão e Pulgas | 2010-02-08 @ 19:54
Imagem enviada por sua Eminência Reverendíssima, Arcebispo de Cantuária. Sim, Arcebispo. Go figure!
João Martins

João Martins » Infinite Loop?

Diário de Bordo | 2010-02-08 @ 19:22

Os últimos dias têm sido dias de viagem. Estamos a percorrer parte da “rede” Clunisiana, procurando parte do seu património imaterial entre monumentos, ruínas e conversas com quem ajuda a manter este património ou, pura e simplesmente, o habita. Andamos por sítios que, outrora, foram o centro do mundo, mas que estão agora “perdidos” no meio das províncias rurais francesas. Visitamos o “berço” dos primeiros cidadãos europeus, como Odilon de Mercœur, mas atravessamos zonas da França rural que não têm cobertura de telefones móveis ou acesso fácil à internet, por falta de habitantes que rentabilizem o negócio.
Por isso, o blog se apresenta, assim, num loop infinito de auto-referências automáticas ao artigo anterior. Como que a dizer “hoje, não se passou nada de virtual na minha vida”. ;)

Em breve regresso, com palavras, imagens e sons. Quem sabe se desse lado ainda estará alguém?

* Infinite Loop é a morada da sede da Apple, em Cupertino.


Rui Carmo

Rui Carmo » Data Underload #8 – Unsolicited

The Tao of Mac | 2010-02-08 @ 19:20
Click on the image to zoom in
Brilliant timeline. I’ve seen so many of these e-mail threads over the years that most of the entries made me chuckle (local copy).

Edgar Costa

Edgar Costa » Rabiscos no WC dão origem a anúncio contra a SIDA

Hoje partilho a criatividade que uma agência de comunicação teve ao produzir um anúncio contra a SIDA inspirado nos rabiscos que por esses WC’s públicos encontramos.

Genial não acham?

Ricardo Vidal

Ricardo Vidal » More life science apps for iPhone and iPod Touch

2010-02-08 @ 16:56

About a year ago I wrote a blog post containing my top 10 list of science related apps for the iPhone and iPod Touch. The list is (was?) a personal selection of apps that I had tried at the time and thought others would enjoy. And I’m sure many did, given the feedback I received.

With this in mind, here’s a few more interesting life science related apps that I have recently added to my iPhone and iPod Touch which may be of some interest.

I was amazed that this took so long but Nature.com only recently came out with an iPhone app that is free for download and gives you access to their latest content (Don’t mind the pay-wall :) ) and provides you with an easy way to search and save content.

While using Nature.com’s app, I found Promega’s app (also free) that although needs some design work, it does come packed with great content. Protocols of all type, video media and a simple BioMath calculator which helps with unit conversions.

Another app that’s just recently become available is made by the folks at Invitrogen. Their app called Daily Calcs helps with routine calculations like Molarity calculations, Molecular weight, dilutions, unit conversions and interesting cell culture references. And it’s also free.

If browsing genomes on the go is your thing, then I must recommend you download the GenomePad which basically provides you with UCSC’s Genome Browser on your iPhone. I find it to be a bit difficult to navigate and parse all that data on such a small screen, but it’s great for quick look-ups. Did I mention it’s free?

The last two apps I’ll mention are not so much tools but didactic apps in the sense that they are awesome learning apps. One called Mitosis provides an interactive way to learn about the process of cell division and the other is a science glossary packed with science goodness. Once again, free and free.

As you can see, I’ve only mentioned a hand full of free apps this time as I haven’t had or required to purchase any other science apps. However, if there’s a scientific app out there that you think is worth spreading the word (free or not!), please let me know.



More life science apps for iPhone and iPod Touch

Pedro Amado

Pedro Amado » Links do dia

DesignLab | 2010-02-08 @ 16:19

Relatório anual Feltron: http://feltron.com/index.php?/content/2009_annual_report/. Já comprei e estou à espera. Visualização de informação no seu melhor, apesar do relatório deste ano ser menos interessante do que os dos anos anteriores. É o que dá quando aliamos um comportamento obsessivo, muitos diários e um designer de informação…

Teoria das cores para designers — parte 1, significado : http://www.smashingmagazine.com/2010/01/28/color-theory-for-designers-part-1-the-meaning-of-color/. Teoria das cores para designers — parte 2, terminologia (aspectos mais técnicos): http://www.smashingmagazine.com/2010/02/02/color-theory-for-designers-part-2-understanding-concepts-and-terminology/. A Smashing Magazine é definitivamente uma fonte de posts excelentes! Literatura “light” sobre cor, mas que cobre aspectos muito variados e relacionados.

iPhone Workshop 2 @ CADA: http://www.cada1.net/?p=88

Workshop de Desenvolvimento de aplicações para iPhone
6, 8, 9, 10 Março, 2010, Lisboa

Apesar de já ter comprado um Mac e estar a caminho do iPhone, ainda não é desta que consigo o tempo e a energia para aprender a desenvolver aplicações. Para quem puder, é um evento e um mercado a não perder…

Dezenas de livros (eBooks) de comunicação gratuitos para download. Muitos, talvez demasiado sobre jornalismo, mas efectivamente alguns muito interessantes, como o da Recuero sobre as redes sociais, ou o do Martins sobre o branding. Via WebMania: http://2.0.bloguite.com/recursos/dezenas-ds-livros-de-comunicacao-gratis-para-download.html

Nova edição da Destructed já está cá fora: http://www.destructed.info/

Pedro Couto Santos

Pedro Couto Santos » P90X

Macacos sem Galho | 2010-02-08 @ 14:33

Há uns tempos atrás descobri na net um programa de exercício caseiro chamado P90X que me suscitou alguma curiosidade sobretudo por ter encontrado vários vídeos de antes e depois, não feitos pela empresa que vende o programa, mas por pessoas que o praticaram nas suas casas. Mais tarde, já depois de ter começado a treinar, descobri que se trata, aparentemente, de um sucesso de vendas e celebrity workout praticado por algumas pop e movie stars… suponho que se visse a Oprah já teria sabido isso antes.

Andei a adiar experimentar o programa durante meses, sobretudo porque me convenci que sem a barra para fazer elevações não valia a pena e ainda não tinha arranjado uma solução satisfatória para montar uma barra (há uma interessante mas as reviews deixam a desejar…).

Entretanto, na semana passada, decidi deixar-me de coisas e experimentar o P90X. Substituí os exercícios de elevação na barra por umas alternativas com pesos e avancei para a primeira de 13 semanas.

O programa tem um workout diferente por dia, todos os dias com o sétimo a ser opcional (entre descanso ou alongamentos), e eu vi-me à rasca para completar qualquer uma das diversas séries propostas.

Com 36 anos e 65 kg de peso, estou provavelmente na pior forma física da minha vida e isso combinado com um programa de exercício que não é, de facto, nada meigo, acabei a semana de rastos.

Mas consegui completar a primeira semana e comecei ontem a segunda, algo motivado.

Os treinos demoram 1 a 1,5 horas e são bastante puxados, sobretudo em termos cardiovasculares, embora também o possam ser em termos de força, coordenação e equilíbrio, já que integram exercícios com pesos, saltos, posturas de yoga, socos e pontapés, flexões e um programinha de abdominais de 15 minutos, para ser feito após o treino 3 vezes por semana e que não é pêra doce.

Quanto a equipamento, é precisa a tal barra de elevações, que , suspeito, a maioria das pessoas não tem nem quer estragar uma porta ou uma parede para montar; o que eu faço é dobrar-me pela cintura o mais direito possível e fazer puxadas com halteres, tentando imitar o movimento de elevação. Não é ideal, mas pelo menos não estou parado.

Convém ter halteres de vários pesos. Eu tenho uns que se montam e desmontam para mudar de peso e é uma chatice porque o workout é todo muito ritmado e non-stop e eu tenho que estar constantemente a pausar o vídeo para trocar de peso.

O máximo que consigo montar com os meus halteres são 10 kg em cada mão (contando com o peso da barra e peças de aperto), mas para alguns dos exercícios é claramente pouco peso. Ainda não tenho uma ideia muito clara, mas creio que uma colecção de halteres com 6, 10, 12, 18 kg já devia dar para a maioria dos exercícios e respectivas variantes.

É também preciso um tapete de yoga ou semelhante, para os exercícios que se fazem no chão. Eu tentei fazer uns abdominais sem tapete e magoei-me a sério nas vértebras.

Finalmente, é preciso ter uma cadeira à mão para alguns exercícios.

Quanto a espaço: quanto mais melhor. Eu tenho pouco (penso que menos de 2×2 metros), e consigo fazer quase tudo, mas há exercícios em que bato no sofá ou no móvel da TV.

E agora? Vou fazer os 90 dias? Não faço ideia. Estou a concentrar-me num dia de cada vez. A frustração de não conseguir completar as séries motiva-me a continuar a tentar, mas o estado em que fico no fim de alguns dos workouts e o cansaço extremo que estou a sentir durante a semana não tornam as coisas fáceis.

Próximo objectivo: o treino de hoje.

Possivelmente relacionado

Tiago Farrajota

Tiago Farrajota » Orientações metodológicas

TiagoFarrajota.com | 2010-02-08 @ 13:49

Isto significa reforçar o locus de controlo interno, através da consciencialização e da apropriação do que é aprender sobre o aprender.

Estou a ler um guia de operacionalização denominado Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos. Este guia de 150 páginas está cheio de floreado semântico como aquele que citei. Um manual deste género deve ser simples, claro e conciso. Este é vago, mas cheio de palavras e frases bonitas, tipicamente para português ler.

Miguel Almeida

Miguel Almeida » SSegurança: Outro blog em Português, do outro lado do mar

Miguel Almeida | 2010-02-08 @ 10:25

O mote:

Segurança da Informação / Resposta a Incidentes / Forense Computacional / Crimes de Alta Tecnologia, por Sandro Süffert, um consultor que está sempre tentando aprender mais, depois de 18 anos em TI e 12 anos em segurança nos ramos Financeiro, Telecom, Governo e Segurança Pública.

As voltas? Por aqui: blog.suffert.com. E, en passant, aproveitem para ver a lista que o Sandro compilou com mais espaços sobre segurança, igualmente em Português, nas duas margens do mar. São 56 até agora. Vão lá ver.

Miguel Almeida

Miguel Almeida » Sensibilização para os riscos nas redes sociais

Miguel Almeida | 2010-02-08 @ 10:07

Carlos Serrão:

Uma das principais ameaças à segurança e privacidade dos utilizadores, é proveniente do tipo de conteúdos e de informação que os utilizadores partilham nas redes sociais. Um pequeno exemplo: uma foto divertida hoje partilhada no Facebook, pode tornar uma foto comprometedora no futuro. Existe alguma falta de percepção por parte dos utilizadores sobre o impacto que a partilha destes conteúdos e outros pode provocar. Os conteúdos partilhados hoje numa rede social, vão ser distribuídos e partilhados por inúmeros utilizadores e vão persistir na rede social, mesmo que a conta do utilizador seja removida da rede. Não há retorno.

in A Privacidade e a Segurança nas Redes Sociais, mais um artigo que visa sensibilizar para a necessidade de usarmos estes meios de uma forma racional. Go read.

Pedro Rebelo

Pedro Rebelo » Revistas de Gajas. Porquê?

browserd.com | 2010-02-08 @ 07:18

Porque é que lhes chamam “revistas de gajas” é coisa que nunca irei entender mas adiante, ao assunto que aqui nos traz hoje: A revista Esquire deste mês. Não é a Esquire americana mas a Esquire UK Edition.

Esquire UK The Women we love issue

A Esquire, dizem eles, é uma revista para homens. E homens com alguma pinta. Tipo, homens de bom gosto, por luxos. Por vezes luxos caros, algumas vezes nem por isso (poucas) mas sempre luxos.

Bons gadgets, boas comidas, boas viagens, boas roupas e boas mulheres. Pois, que isso não podia faltar numa revista de gajas, quero dizer, revista para homens.

Apesar de só existir há cerca de 20 anos, a Esquire UK Edition já confirmou que não fica atrás da irmã mais velha (a Esquire americana existe desde 1932) e este mês dá uma vez mais prova disso como seu  “Women we love issue“.

Enquanto a Esquire americana nos brinda com a eleição anual da mulher mais sexy do mundo, a Esquire UK Edition compila-as e apresenta-as num só numero.

Entre fantásticas dicas sobre fatos de bom corte, gabardinas e parkas ou como fazer a mala para viagens de negócios, podemos também encontrar, uma review àquelas que se esperam ser as melhores bandas de 2010, junto com um fantástico artigo, sobre a industria pornográfica da classe média. Que mais pode um homem querer numa revista feita para si?

Bem, temas como, como escolher o diamante certo, como comprar flores para namorada, como consolar uma mulher chorosa ou como “navegar” pelo primeiro encontro, são também bons temas que não ficam mal na bagagem cultural de um cavalheiro. Não é à toa que se enquadram numa secção chamada precisamente “O guia Esquire do cavalheirismo”.

“Epá, mas então isso não é uma revista de gajas? Ainda agora estavas para ali com coisas, da mais sexy, das compiladas e coiso e tal…”.

Certo. The women we love issue. De 1933 a 2010. Todas. Numa só revista, para ler e guardar com carinho.

É claro que, nada do acima foi o verdadeiro motivo que me levou a dar tamanha atenção a este numero da Esquire. O dito está ali na foto, à distancia de uma observação mais atenta. O professor Jorge Rosa de certeza que vai ver logo do que se trata.

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  1. Gajas boas outra vez? Não. Publicidade.
  2. Mau, mau. Nem as gajas boas a safam…
  3. Charlize Theron – A mulher mais sexy do mundo.

João Martins

João Martins » [Twitter] 2010-02-08

Diário de Bordo | 2010-02-08 @ 04:00


Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » A origem das expressões

Cão e Pulgas | 2010-02-08 @ 02:04
"Aquele empreendimento veio a revelar-se um verdadeiro elefante branco da Economia". A expressão "elefante branco" é aplicada quando se quer designar algo (normalmente um bem imóvel) cujo custo de manutenção é avultado para o seu proprietário. A expressão tem como origem o hábito dos Marajás indianos, presentearem súbditos ou altas entidades estrangeiras com um exemplar do alvo paquiderme. Os elefantes de cor branca, raros e distintos na fauna, tinham a particularidade de não serem animais de trabalho, caça ou de uso militar, o que obrigava o ofertado a praticamente só tirar dele algum deleite visual e nenhum proveito, cabendo-lhe os custos de alimentação e a obrigatoriedade de lhes providenciarem meio de subsistência e abrigo. Em muitas destas situações, proibido de utilizar um elefante branco como instrumento de produção e na impossibilidade teórica de se ver livre do presente envenenado, o infeliz ofertado acabava por se arruinar com os custos oriundos da posse do animal.
Vitor Domingos

Vitor Domingos » o Público chegou ao kindle da Amazon

TheNextWeb Portugal | 2010-02-08 @ 01:36

publico kindle 002 300x243 o Público chegou ao kindle da AmazonConfirma-se! O jornal Público é o primeiro periódigo nacional a chegar ao Kindle da Amazon … mas na secção errada.

Segundo  o CanalPDA, o Publico.pt pode ter sido confundido com o Publico.es, dado que o primeiro foi incorporado no canal de subscrições espanhol, juntamente com o ElPaís, ElMundo ou CincoDias.

Resta saber se este engano da Amazon é um erro de classificação; se o publico.pt irá ou não constar numa secção portuguesa (não existente até ao momento), se é inserção incorrecta; troca do publico.es pelo publico.pt . De qualquer das formas, lá está, subscrição do Público, por sensivelmente 10 euros.

publico kindle 001 300x186 o Público chegou ao kindle da Amazon

António Dias

António Dias » Surpresas, curiosidades, informações e constatações 2

Maracujá | 2010-02-08 @ 00:06

- Göteborg é lindíssima com neve mas passados dois dias sem nevar, o branco passa a castanho e há lama por todo o lado. Não só nas ruas mas também nos autocarros, eléctricos, entradas de edifícios, lojas e cafés. Não se pode pousar sacos no chão em lado nenhum. Mesmo dentro de um café. O chão está sempre um nojo.

- As casas de banho em Göteborg são também um bocado para o sujas, assim como os transportes públicos. Além do chão, são os vidros, os bancos…

- As ambulâncias aqui são amarelas mas mais pequenas do que as «nossas«.

- Nalgumas zonas da cidade só se pode estacionar por tempo limitado, por exemplo, 30 minutos. Já sei onde a Emel foi buscar a ideia :)

- Aqui os miúdos quando caem não choram. Riem-se. Hoje vi 4 pessoas no chão (e eu ainda não caí, lálálérre) três das quais eram miúdos com 2 a 5 anos e deram uns grandes trambolhões mas chorar é para mariquinhas. Houve mais uma – apesar de não a ter visto cair, o casaco dela coberto de lama e neve facilmente denunciava que a sua dona tinha resolvido cumprimentar o chão de forma muito próxima :)

- É comum ver-se pessoas a puxar miúdos em trenós. Daquelas coisas só para deslizar na neve que parecem umas pranchas de bodyboard mas mais côncavas e os putos (pequenos) vão lá dentro. Também se vê pessoas com bastões de ski para ajudar a caminhar na neve.

- Aqui, usar as calças por dentro das botas e a gola do casaco levantada não é por causa da moda. É mesmo por causa do frio e da neve!