* 15 Mar, 2010
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15 Março, 2010
Miguel Almeida

Miguel Almeida » (in)segurança: Responsabilizar os produtores de SW?

Miguel Almeida | 2010-03-15 @ 02:32

Alan Paller, director da área de investigação da SANS:

Quase todos os ataques são viabilizados por erros [de programação] que criam um ponto de apoio para os atacantes. A única forma de erradicar os erros de programação é tornar as organizações que desenvolvem software legalmente responsáveis pelos erros.

in Hold vendors liable for buggy software, group says, um artigo na ComputerWorld, a propósito de um movimento que exige a alteração dos contratos de licenciamento de software, aumentando a responsabilidade dos produtores.

Não é um tema simples, como é óbvio... Nem me parece que exista uma resposta imediata para esta pergunta. Mas talvez faça sentido identificar um conjunto mínimo de controlos e verificações que, obrigatoriamente, tenham que ser realizados nos programas. E (ou) um conjunto de testes mínimos, igualmente obrigatórios, que tenham que ser realizados e certificados por entidades independentes para reforçar a qualidade e, naturalmente, a confiança nos produtos que são lançados no mercado, um pouco á imagem do que se faz com outros produtos e bens de consumo.

Talvez fosse importante definir uma certificação de qualidade e segurança, não apenas para os processos de desenvolvimento mas, como complemento a certificações de qualidade e segurança que possam existir neste momento, uma certificação dirigida especificamente aos produtos, cujos critérios de avaliação poderiam servir, em primeira instância, para obrigar os produtores a tornar os testes ao software mais rigorosos e, também, mais exaustivos.

Uma certificação desta natureza iria ajudar a distinguir, certamente, aquilo que é o trigo, daquilo que é o joio. E valorizar, aos olhos dos consumidores, os produtos cujo processo de desenvolvimento incluiu critérios de segurança mais estritos. O custo? Aumentaria um pouco, eventualmente. Mas... não é também verdade que o custo da segurança em todos os outros produtos, aos quais não admitimos falhas dessa natureza, já é suportado por todos nós, os clientes, quando adquirimos esses produtos? Haverá uma diferença?

Food for thought... e os comentários são bem-vindos.

Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » My name is Tório, Mike Tório

Cão e Pulgas | 2010-03-15 @ 00:10
O leitor Júlio Rodrigues envia esta imagem de um vaso de um prédio da Cidade de Braga, vaso esse que visa evitar ser regado por cães ingleses de nome Mike.
14 Março, 2010
Diogo Rodrigues

Diogo Rodrigues » O Gato das Botas [Teatro]

AirDiogo | 2010-03-14 @ 23:14

E para variar um pouco vou falar de teatro. Mais precisamente teatro infantil. E por duas razões.

Primeiro porque é uma peça bastante engraçada. Foi a segunda vez que fui ao Centro Cultural da Malaposta ver teatro infantil. E após ter visto a peça “João e o Pé de Feijão” ia com as expectativas algo elevadas. E conseguiram superar as minhas expectativas. Gostei ainda mais desta peça do que a anterior. Talvez porque gosto bastante da história do Gato das Botas já desde a minha infância (costumava ouvir uma versão em brasileiro em vinil, que ainda tenho). Ou então porque ainda foi mais engraçada e bem representada que a anterior. Muita boa disposição e bastantes músicas. Tudo por um grupo de teatro do qual começo a gostar cada vez mais.

A segunda razão que me leva a falar desta peça foi a atitude perante as habituais máquinas fotográficas e a recolha de imagens. Como é costume no verso do bilhete consta o aviso que a recolha de imagens é proibida. Nada de novo aqui.

A minha surpresa foi quando começa a peça. Os actores anunciam que é permitido tirar fotografias. Sem restrições. Uma atitude pouco comum em Portugal mas bastante louvável. Se já era fã deste grupo de teatro mais fã fiquei. E mal posso esperar por ir ver a próxima peça.

Foi também a minha primeira oportunidade de fotografar em ambiente escuro e com iluminação de palco. Não é tarefa fácil. O uso de flash estava fora de questão. Perturbava um pouco a peça e a distância ao palco ia tornar o seu uso inútil.

A solução passo então por usar aberturas f-stop bastante altas (f-3,5 que é o melhor que a minha objectiva faz) associadas a ISO altos. Variei entre 800 e 1600, o que introduz algum ruído na imagem mas permite ter tempos de exposição baixos e não ter as imagens todas desfocadas pelo movimento.

Já dei uma primeira vista de olhos pelas cerca de 100 fotos que tirei e aproveitam-se cerca de 20. Não é mau, especialmente tendo em conta que fiz muitas experiências com diferentes configurações e que foi a primeira vez que estive perante este tipo de condições.

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David Ramalho

David Ramalho » links for 2010-03-14

Songo's Place | 2010-03-14 @ 23:01
  • We are a community of people who are looking to educate the planet on the values of space flight. Our goal is to open up the cosmos and truly make space commonplace for everyone on the planet.

    We are a new media site with daily on-demand episodes, weekly live shows and live HD coverage of major space events. Learn more in the links below:

  • A directory of ways to participate in space exploration. interact + connect with the space community
  • Openframeworks is a c++ library designed to assist the creative process by providing a simple and intuitive framework for experimentation.

    The library is designed to work as a general purpose glue, and wraps together several commonly used libraries under a tidy interface: openGL for graphics, rtAudio for audio input and output, freeType for fonts,freeImage for image input and output, quicktime for video playing and sequence grabbing.
    The code is written to be both cross platform (PC, Mac, Linux, iPhone) and cross compiler. The API is designed to be minimal and easy to grasp. There are very few classes, and inside of those classes, there are very few functions. The code has been implemented so that within the classes there are minimal cross-referening, making it quite easy to rip out and reuse, if you need, or to extend.
    Simply put, openFrameworks is a tool that makes it much easier to make things via code. We find it super useful, and we hope you do too.

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Luis Nabais

Luis Nabais » Dia do pi

Stat(ing) My Mind | 2010-03-14 @ 22:21

As coisas que uma pessoa descobre. Então não é que hoje, dia 14 de Março de 2010, se celebra o dia do Pi?

Pi

Como diria o falecido Fernando Pessa: E esta, hein?

Link: Pi Day


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© Luis "Dextro" Nabais for NonsenseBB :: Blog, 2010. Alguns Direitos Reservados.

Tiago Farrajota

Tiago Farrajota » Desbloqueio gratuito após fidelização

TiagoFarrajota.com | 2010-03-14 @ 20:24

O Governo aprovou hoje a proibição de os operadores de telecomunicações cobrarem taxas aos consumidores que pretendam mudar de rede e que já tenham terminado o período contratual de fidelização.

Esta notícia passou-me completamente ao lado e acredito que não tenha sido só a mim, por isso nada melhor do que partilhar.

Há uns tempos tentei desbloquear o meu velhinho Sony Ericsson V600i e na Vodafone pediram-me nada mais nada menos que 100€, foi-me dito que o valor do desbloqueio do equipamento, mesmo após os 2 anos de fidelização, era de 100€ para telemóveis 3G e 50€ para os outros. Isto não fazia qualquer sentido, visto ultrapassar o valor real do equipamento.

Tenho ideia que houve uma altura (2007?) em que a Vodafone desbloqueava gratuitamente após o término da fidelização, mas que isso deixou de acontecer uma vez que as concorrentes TMN e Optimus não tinham a mesma política.

Parece que é desta que vou desbloquear o ainda muito funcional V600i.

Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » Mira como es grande!

Cão e Pulgas | 2010-03-14 @ 19:28
Banca Sapo, imagem enviada por Ricardo Guimarães
Rui Carmo

Rui Carmo » Steam for Mac dissected

The Tao of Mac | 2010-03-14 @ 15:31
Click on the image to zoom in
Valve never struck me as being the kind of company to ignore loyal user bases – and these days, there’s hardly any excuse for a game not to run on the Mac as well as (or even better than) in Windows.

Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » Dicionário? My ass!

Cão e Pulgas | 2010-03-14 @ 15:15
RTP, imagem enviada por Maria Afonso
Rui Carmo

Rui Carmo » The View from Above

The Tao of Mac | 2010-03-14 @ 13:18
Click on the image to zoom in
Amazing Twitter activity visualization using Processing and canvas.

Pedro Rebelo

Pedro Rebelo » A glimpse of “my glorious” past: OS/2 Warp

browserd.com | 2010-03-14 @ 12:11

This was sent from my Nokia E71 mobile phone

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  3. The price

Ricardo Saramago

Ricardo Saramago » The most frightning scene in Predator 2

Odrakir.com | 2010-03-14 @ 11:40




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Pedro Couto Santos

Pedro Couto Santos » SXSW, dia 2 – Talks and parties

Macacos sem Galho | 2010-03-14 @ 06:45

Sexta-feira, dia 12, foi quando efectivamente começou o SXSW Interactive. Depois de devolvermos o carro, fomos para o Austin Convention Center e passámos algum tempo pelos corredores a tentar apanhar a onda do sítio.

P3120018

Às duas começaram as sessões. No primeiro dia marquei três: “Beauty in webdesign” do Cennydd Bowles, “Get Stoked on Web Typography” da Samantha Warren e “Simple Steps to Great Web Design” do Matthew Smith.

Infelizmente esta última foi interrompida por um alarme de incêndio e tivemos que evacuar o edifício, o que foi pena porque estava a gostar da onda do Matthew Smith, embora ele tenha feito questão de dizer que adorava o pai, o filho e o espírito santo e que não aceitava ser chamado Matt, tinha que ser Matthew.

Estas primeiras palestras de design, integradas numa espécie de workshop contínua, focaram-se sobretudo em temas de estética na web, algo que me parece neglicenciado em nome de demasiado “tecnicismo”. Insiste-se muito na pesquisa, na lógica, na ordem, usabilidade, acessibilidade, user testing, focus grouping… tudo coisas importantes, sem dúvida, mas que se calhar têm dominado demasiado o panorama do web design nos últimos tempos em detrimento das preocupações estéticas.

Como dizia o Cennydd Bowles a web é um underachiever visual: os sites que mais nos marcam, aqueles que existem há mais tempo e que têm mais utilizadores estão longe de poderem ser considerados bonitos por aí além e dificilmente ficarão na memória colectiva como por exemplo, um logo memorável, um poster famoso ou uma grande capa de um LP.

É claro que existe uma diferença fundamental: a web é feita para ser usada interactivamente, mas talvez seja possível obter um bom equilibrio entre útil, usável e apelativo e bonito.

A Samantha Warren mostrou como as “novas” tecnologias (que já são antigas, mas começam agora a despertar), de webfonts podem fazer uma diferença significativa no aspecto visual de um site e fez um apelo que, para mim, acabou por ser a parte mais importante da sua talk: os web designers precisam de começar a inspirar-se noutros sítios e não apenas na web. O que acaba por acontecer é que estamos num loop de inspiração e que quebrá-lo pode ser um passo importante na melhoria da variedade visual da web.

Tenho pena que a palestra do Matthew Smith tenha sido interrompida porque, como artista plástico tornado web designer, creio que teria algo de interessante a acrescentar à discussão sobre estética na web.

Depois das workshops fomos para 6th street. Apanhámos o bar aberto no Six Lounge, depois comemos um chili dog delicioso no Frank e finalmente fomos para a festa da UStream no Phoenix, onde acabámos por assistir aos Gym Class Heroes ao vivo.

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A banda era muito boa, a música um misto de rock e hip hop bastante enérgico e divertido. Infelizmente, como esperado, a música de estúdio deles não chega aos pés da performance que vimos ao vivo onde, claramente, se sentem mais à vontade e são bastante mais enérgicos, com um som mais agressivo.

P3120030

Pelo meio de tudo isto tivemos algumas conversas interessantes com algumas pessoas, mas não é especialmente fácil fazer networking nas festas do SXSW onde a música normalmente é bombada a volumes desaconselhados a tísicos tornando a conversa difícil de manter.

Depois da festa da UStream demos uma volta pela baixa, onde porta sim, porta não, tocava música, sobretudo blues.

As festas são animadas, os copos são à borla e a música nunca pára, o que me parece ser o principal atractivo de Austin já que, para ser sincero, a cidade é um bocado mnhé.

Possivelmente relacionado

João Martins

João Martins » [Twitter] 2010-03-14

Diário de Bordo | 2010-03-14 @ 04:00
  • [Twitter] 2010-03-13 http://ff.im/-hqieL #
  • Hoje ouvi na @TSFRadio a intenção anunciada pelo PS de liberalizar o sector dos Centros de Inspecção Automóvel. Não percebo para quê. #
  • Depois, ouvi a reacção do PSD que acha que a liberalização não tem nenhumas vantagens e que é um risco. Estou baralhado. #
  • Estou baralhado: os socialistas avançam com a liberalização deste sector e os sociais-democratas criticam. Não devia ser ao contrário? #
  • Afinal, já ninguém acredita nos mercados? #
  • #ff exclusivo @catsm #
  • future places @ stop 2009 http://ff.im/-hquJy #
  • I favorited a YouTube video — TREZE PASSOS trailer http://youtu.be/XQCMC13kNt8?a #
  • I subscribed to rudimentol’s channel on YouTube http://www.youtube.com/user/rudimentol?feature=autoshare_twitter #
  • TREZE PASSOS trailer http://ff.im/-hrWRu #
  • Não te sabia cineasta, Miguel. Agora fiquei curioso. (YouTube http://youtu.be/XQCMC13kNt8?a) #
  • Hoje queriam dar-me um “panfleto sobre as comemorações da morte de Jesus”. Não tinha tempo, mas fiquei curioso. #
  • Hoje, Jamie Baum no BragaJazz. Lá estarei. #jazzpt #


Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » Aniceto the Kid

Cão e Pulgas | 2010-03-14 @ 01:12
Imperdível. Você foi avisado.

Se pretende saber como votar, siga este link.
Luis Santos

Luis Santos » 6 anos

Atrium | 2010-03-14 @ 00:01

Interrompe-se a paragem para um post especial.

O Atrium faz hoje seis anos.

Uma vida.

Se fosse um emprego meu estaria já no pódio, no grupo dos três com mais longa duração.

Rodeado de alternativas tão mais simples, eficazes e tentadoras o blog ainda me parece, ainda assim, um espaço que faz sentido.

Por cá estará enquanto assim pensar.


13 Março, 2010
Rui Carmo

Rui Carmo » Undercurrents

The Tao of Mac | 2010-03-13 @ 19:35

I’ve been watching with bemused interest as US geeks (apparently 120.000 of them, although I’d take any initial figures with a large grain of salt if I were you) rushed to pre-order their iPads and, deprived of the thrill of actually using it until it arrives, gushed forth on the details of their purchase and reasons thereof as if they were boasting about the pedigree of a puppy that is yet to be weaned and handed to them in a little basket.

Me, I’ll wait until it reaches Portugal, and do just as I mentioned on my very first take on it (have a look and then decide whether I want the 3G model or not). I’m sure I won’t be stretching the budget too far, though – another thing about having two kids is that makes you think twice about buying anything, and I don’t need storage or any kind of frilly accessories.

What struck as most interesting there was the amount of people mentioning the MiFi specifically, since that little box has been very popular recently (it’s also sold here – full disclosure: I work at Vodafone, here’s my disclaimer, etc., etc.), and despite having a 3G module on just about anything but my MacBook, I’ve long preferred having a personal router of sorts for the plain and simple reason that I’d rather have gadgets that do one thing very well rather than replicate their functionality on (and render more expensive) other devices1.

Embedded 3G is more convenient than a dongle, sure, but neither are very battery-friendly, and today’s laptops and netbooks aren’t exactly marathon runners – so even in some single user situations it makes a lot of sense to have something else bleeding out battery into the ether.

In fact, six years ago, long before Wi-Fi and mobile broadband were commonplace on phones, my colleagues and I did mostly the same with the Z1010 – it only supported a single serial Bluetooth connection, but one of us would carry it around in his bag and share the dial-up connection via Wi-Fi (often for a bit more than five folk).

And when staying somewhere while traveling, we just plugged it into the charger and hung it off the curtain rod, which became a running joke of sorts – but it was awfully convenient, because outside Portugal indoor coverage was pretty much non-existent, and even with Bluetooth’s limitations you could sit comfortably away from the nearest window.

Of course, those were the days before the Internet turned into a Flash banner festival, and that’s something else I’ve also been looking at. There seems to be a (well-deserved) backlash against both Flash and banner ads and reciprocal support for both2, with fascinatingly passionate (and often quite detailed) arguments on either side.

There’s even been an escalation of sorts in technical terms. I’ve noticed that Mark Pilgrim came up with a way to detect Flash blockers and Ars Technica did a very public (and, in my opinion, flawed and utterly predictable) experiment by temporarily shutting out people with ad blockers3.

Which was when I realized I hadn’t seen a Flash advertisement in months (I use ClickToFlash, of course) and that I don’t miss it for anything – not even video (and if I did, there are now literally sublime alternatives). Nor do I see the overwhelming majority of banner ads except Google’s contextual text-only advertising (because it’s actually relevant in several cases), or even portions of the new Facebook UI that I despise.

That, of course, is not the norm (few people would bother to customize their browsing experience that way, regardless of the payoffs), but either discussion has made more people aware that yes, you can do video (and more accessible and professional web sites) without Flash and that you can block advertisements altogether.

I’m curious as to where these will lead (mostly for the sake of the mobile browsing experience), but not really worried – a long while back people would shout blue murder over the use of the blink tag, so I guess these are just a sign of the Web’s later teen4 years.

1 In case you have a 2200 and are annoyed at being unable to just charge it over a USB port, the routeroverusb tweak may well be what you’re looking for. 

2 Truth be told, more in favor of banner ads than Flash. 

3 Which, ironically, failed in my case due to the way I use custom CSS to block ads – and have for years now. 

4 Mosaic came about in 1993, so the Web’s 17 right now, and I think it’s finally showing enough sense for us to let it borrow the car keys, start looking for its own flat, and maybe in three years or so (once it gets over its current phase of dating every cloud computing model it meets) finally get married to HTML5, provided it invites auntie Microsoft to the wedding. 


(comments allowed)

Tao of Mac Icon "Undercurrents" was written by Rui Carmo for The Tao of Mac and was originally posted on Saturday, March 13th 2010. Except as noted, it's ©2010 Rui Carmo and licensed for reuse under CC BY-NC-ND 3.0.

Célia Leocádio

Célia Leocádio » Novo design para o wedesignit.org

We Design It | 2010-03-13 @ 17:25

Não é um site em que eu tenha muitas visitas, a não ser os peeps que googlam por “Célia Leocádio”, mas tenho este domínio há cerca de 5 anos, e há dois, aquando da minha ida a Shift08, achei que seria uma boa aposta ter um site/portfolio em Inglês.

Na altura o conceito que desenhei acabou por não ficar totalmente transposto para a web, pois havia áreas que considerei não interessarem muito para este site, como os feeds do blog (que escrevo maioritariamente em Inglês), O stream do Flickr, Twitter e Facebook, já tinha acabado de criar conta e não queria assim uma invasão de gente e granade exposição.

Ora bem, estas premissas mantém-se, e até o único feed que tinha no site, do Delicious, tb agora desapareceu. Porque? Porque este site serve apenas para mostrar trabalho, mostrar competências e aquilo que eu quero que as pessoas conheçam a meu respeito. Para tudo resto há o blog.

Bem em relação ao Design, passei de uma paleta escura Azul/Verde para uma mais clara com laranjas e azuis que eu descobri no Colourlovers, a cheirar a Verão. A Tipografia virou uma paixão, um novo interesse e tem mais destaque. Brinquei um pouco com a iconografia e bastante com o Jquery. Sei que não inovei nada, apenas reutilizei algumas tendências que por ai andam, como as texturas de cartão e o letterpress, as tooltips, os slideshows, mas fi-lo a meu gosto pessoal.

wedesignit.org redesign

A verdade é que esta nova versão é bem mais puxada, com mais HTTP requests, imagens e com mais CSS e ficheiros .JS mas decidi que não iria limitar o que pretendia fazer. Até porque, como já disse, não é este o site que dá mais visibilidade ao meu trabalho, de onde tenho procura para os pequenos trabalhos de freelancer que me vão batendo à porta, portanto não me preocupei muito com a rapidez. E nem com o IE6, nem sei como é que ficará no maldito.

Este Redesign foi um pequeno exercício de criatividade, algo que já tinha saudades, pois nos últimos meses tenho estado imersa em estudo e trabalho da empresa, mas que se resume a pequenas tarefas repetitivas, uns ajustes em CSS’s e pouco mais. Era um item do meu personal GTD e agora está feito.

Nos próximos tempo pretendo fazer o mesmo com o wdesign-it.com, que já não é actualizado desde 2007. Tenho ideias, falta ter tempo.

Sofia Cardita

Sofia Cardita » how to install munin on rhel

why the long roads | 2010-03-13 @ 16:25

Just jotting down all the steps I took to install Munin on a RHEL server:

  1. Login as root
  2. Add the Epel Repository
    $ sudo rpm -Uvh http://download.fedora.redhat.com/pub/epel/5/i386/epel-release-5-3.noarch.rpm
  3. $ sudo yum install munin munin-node
    Dont forget to say yes on all checks. I got distracted by the phone and when I looked again I had a missing dependency error.
  4. Edit munin’s conf file
    $ vim /etc/munin/munin.conf
  5. Set up mail alerts when a status change occurs (eg from OK to warning)
    contact.sofia.command mail -s “Munin notification” sofia@example.com
  6. Notice the line
    # htmldir /var/www/html/munin
    This will set where munin’s reports will beaccessible by the web browser. Change it (and uncomment it) if you want but make sure the folder you set it is writable by munin (chown -R munin <directory>). I had some problems here, Munin didnt create the files there so i set up an alias. But maybe you’ll be fine : )
  7. Write and close munin.conf. Edit munin-node
    $ vim /etc/munin/munin-node.conf
  8. Change the host entry from
    host *
    to
    host 127.0.0.1
    In this way you restrict the node to listen to localhost only
  9. Start munin
    $ sudo /etc/init.d/munin-node start
  10. Add munin to reboot
    $ sudo /sbin/chkconfig munin-node on
  11. Set up the alias. My public directory isnt there so I needed to set up an alias in httpd.conf
    $ vim /etc/httpd/conf/httpd.conf
  12. Add the below at the end adjusting what you need
    Alias /srvmunin /var/www/html/munin
    <Directory /var/www/html/munin>
        Options FollowSymLinks
        AllowOverride None
        Order allow,deny
        Allow from all
    
        AuthType Basic
        AuthName "Members Only"
        AuthUserFile /etc/munin/munin-htpasswd
        <limit GET PUT POST>
        Require user admin
        </limit>
    </Directory>

    Notice we set the alias at srvmunin, so that the reports will be viewable at www.example.com/srvmunin. We also set an httpauth because otherwise anyone can see the munin reports.

  13. Write and close and restart apache
    $ /sbin/service httpd stop
    $ /sbin/service httpd start
    Someone told me this was quicker than a restart (service httpd restart) but I have no idea if it’s true
  14. Set up the password
    $ htpasswd -c /etc/munin/munin-htpasswd admin
  15. Go to www.example.com/srvmunin and you should be prompted for the password. Then wait a few hours and you’ll start to see the charts. Done!

This was heavily taken from slicehost’s article on munin so if anything goes wrong check there as well.

Nuno Saraiva

Nuno Saraiva » É só para dizer

Mente Positiva | 2010-03-13 @ 14:14
Que parece que o Jamie Oliver, foi à vida. Se já dava vontade de cozinhar depois de ver o J.O. Depois da Nigella Lawson, ainda mais!
Rui Carmo

Rui Carmo » RelatedMail

The Tao of Mac | 2010-03-13 @ 11:07
Click on the image to zoom in
I’ve been looking for something like Xobni for the Mac for a good while, and this (despite being outdated, unusable in current Mail versions and apparently abandoned) is the closest thing yet besides Shelf (Shelf is extensible and written in Python, but I’ve never found the time to tinker with it in depth and I don’t think I will really be able to…).

João Bordalo

João Bordalo » The videogame history timeline

The place João Bordalo calls home | 2010-03-13 @ 10:18

Mauricio Giraldo did a great job with his videogame history timeline. It's funny to see Charles Darwin in it, but after you think about it for a while, it makes sense:

João Martins

João Martins » [Twitter] 2010-03-13

Diário de Bordo | 2010-03-13 @ 04:00


Pedro Couto Santos

Pedro Couto Santos » SXSW, dia 1 – Passeios, Registo e Pool

Macacos sem Galho | 2010-03-13 @ 01:32

O primeiro dia do SXSW, dia 11 de Março, foi, na verdade apenas o dia do registo.

De manhã fomos à Enterprise alugar um carro. Ficámos imediatamente de olho nisto:

The car we wanted to rent :-)

Mas custava $100 por dia, pelo que acabámos por optar por outro Chevy, mais modesto (um Malibu). Confortável, mas mais uma prova de que carros americanos são tão bons como café ou cerveja. Ou seja, péssimos.

Fomos dar uma volta pelas redondezas para tentar ver vistas. Acabámos ao pé do Lake Travis que era giro, mas… não exactamente o sítio para três dudes passarem algum tempo. Acabámos por voltar para a cidade e eu descobri um sítio para almoçarmos, meio por acaso, que acabou por ser uma boa escolha. Chamava-se El Arroyo, ou The Ditch. E comemos Tex Mex à maneira, para nos prepararmos para a gigantesca fila de espera para o check-in no SXSW.

Mas a maior surpresa seria ver a eficiência com que tanta gente foi atendida. Uma fila que levaria umas boas 4 horas a desbastar foi processada em menos de uma! A organização está muito bem montada e as pessoas foram atendidas em paralelo com os cartões a ser impressos nas traseiras poucos minutos depois de darmos a ficha com os dados num de muitos postos de atendimento.

Registo feito, foi altura de dar uma vista de olhos à baixa de Austin, particularmente a 6th street onde parece que se centra a principal acção nocturna do sítio.

Era cedo (embora para nós fossem 6 horas mais tarde), e não havia muita gente, mas ainda passámos um bocado no Thirsty Nickel, a beber cerveja americana (puáh!), e a jogar pool. Descobri que o Gustavo se safa muito bem e que o Celso é tipo cromo daquilo. Eu que nunca joguei bem ainda fiz algumas figuras tristes, mas lá mais para o fim já conseguia fazer algumas sequências de 3 ou 4 bolas.

Pool shark

Depois de uma volta pela rua, acabámos por ir comer uma pratada de nachos e beber umas Guinness ao Bikinis de 6th street. Por volta das 7 da tarde era uma da manhã para nós e portanto fomos para o hotel para estarmos mais frescos para o segundo dia quando começa, efectivamente, a conferência… e as parties.

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Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » O caçador de pérolas

Cão e Pulgas | 2010-03-13 @ 01:27
Diogo Rodrigues

Diogo Rodrigues » Mozilla Weave [Firefox addon]

AirDiogo | 2010-03-13 @ 01:10

O nome pode não dizer muito, mas estamos certamente perante um dos melhores addons de sempre para o Firefox.

E digo isto porque na minha opinião o Mozilla Weave é talvez dos poucos addons que é universal, completamente independente do tipo de utilizador de Firefox que se é. Pelo menos desde que se use mais do que um computador.

Sempre usei vários computadores ao longo do dia. Computador do trabalho, PC fixo de casa e portátil são apenas três dos mais frequentes. E um dos maiores problemas que sempre tive foi manter as várias versões do Firefox que utilizo sincronizadas.

Com o Firefox Portable em parte consegui resolver esse problema, mas usar a partir de uma pen usb um programa reduz um pouco o seu desempenho.

O Weave veio assim resolver todos os meus problemas. Este addon para Firefox permite manter sincronizadas várias versões do Firefox em computadores diferentes. Sincroniza histórico, favoritos, tabs, preferências e passwords, recorrendo a um servidor externo para ir gravando uma cópia dessas definições. Bastante útil.

Pessoalmente não uso a sincronização de passwords, mas todas as restantes opções são úteis. Em especial os favoritos (ou bookmarks em inglês). É talvez a parte mais importante para mim. Isso e as preferências pois deixei de reparar em diferenças nos vários Firefox que uso durante o dia.

Portanto se é utilizador do Firefox este addon é fundamental. Seja qual for o tipo de utilizador que seja desde que use vários computadores diferentes vai certamente achar utilidade neste addon.

Eu achei e recomendo fortemente o seu uso. Com excepção da parte das passwords pois acho algo arriscado que elas sejam guardadas num servidor qualquer e assim fiquem sujeitas a ataques e outras falhas de segurança.

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Pedro Aniceto

Pedro Aniceto » Almas quentinhas

Cão e Pulgas | 2010-03-12 @ 19:37
Foi uma hora técnica e densa de um Workshop público. Quando profissionalmente se repetem as agendas e fazemos sistematicamente a mesma coisa dias e dias a fio, chegamos a um ponto de náusea repetitiva em que sabemos quando respirar, quando coçar o nariz ou outras partes mais necessitadas de serem coçadas. Sejamos francos, sessões assim são uma seca valente quando já as fizemos mais trezentas vezes e só são interessantes para a plateia, e é mesmo assim necessário que haja nela gente verdadeiramente interessada no que estamos a dizer. Para um orador treinado é fácil perceber quando agarramos a assistência. Se alguém desvia os olhos do ecrã à procura de pintinhas no tecto, ou está mais interessado nos contornos da blusa da vizinha do lado (coisa que está vedada ao orador por razões absurdamente óbvias), sabemos que precisamos de rever o tom de voz, de procurar os olhos de um ou outro espectador, precisamos enfim de os chamar de volta à terra. Foi o caso desta sessão. Foi chata, foi desinspirada, absolutamente aborrecida. Há dias assim. Por isso, quando cheguei ao final, respirei fundo e anunciei a parte de perguntas e respostas, foi sem surpresa que ninguém levantou a mão ou manifestou o mínimo interesse em perguntar o que quer que fosse. Mas havia uma criança na plateia. Não teria mais de seis anos, chamava-se, vim a saber mais tarde, Constança. Levantou a mão e esperou que eu reparasse nela. Instei-a a perguntar, o que fez sem esforço. Recordo-me de ter pensado o que poderia esperar da pergunta. Afinal de contas de uma sessão de software para apresentações, o que poderia a Constança querer que me afastasse da minha pausa nicotínica? E a Constança, corou e perguntou. Perguntou-me como é que naquele software se podiam desenhar corações cor de rosa. Isso. Corações cor de rosa. E estive trinta minutos a explicar-lhe como é que usando Bézier Tools se podiam desenhar corações e afogá-los em tons cor de rosa. Ninguém se levantou, ninguém bocejou, ninguém interrompeu. Estive trinta minutos a falar para a Constança. E valeu por todo o meu dia.